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JPMorgan amplia alcance da JPM Coin com uso de blockchain público

JPMorgan amplia alcance da JPM Coin com uso de blockchain público

Upquery 14 de novembro

JPMorgan amplia alcance da JPM Coin com uso de blockchain público

A JPMorgan fará a expansão da JPM Coin, sua criptomoeda própria, utilizando integração com blockchain público. O anúncio foi feito pelo banco nesta quarta-feira (12) e tem como objetivo ampliar a circulação e a abrangência) do ativo digital no mercado. A expansão da criptomoeda será realizada pela Kynexis, que também dá nome ao blockchain próprio da instituição. 

A criptomoeda da JPMorgan tem propriedades parecidas às das stablecoins (criptomoedas pareadas a outros ativos), apesar de não se enquadrar nesta mesma categoria. Na prática, a JPM Coin funciona como uma versão tokenizada dos depósitos bancários em dólar dos clientes do banco. Ao transformar valores depositados em tokens equivalentes, a instituição permite que usuários realizem pagamentos e transferências rápidos e eficientes de forma quase instantânea e com custos significativamente menores.

Expansão traz novos usos ao token

Através deste lançamento, a JPM Coin poderá ser usada como garantia pelos clientes da Coinbase. Segundo o JPMorgan, a ideia é lançar a JPM Coin em outros blockchains no futuro, expandindo o acesso ao ativo. O banco também pretende permitir que os tokens representem outras moedas fiduciárias, indo além do dólar. Entretanto, para isso, aguarda permissões regulatórias.

O ativo JPM Coin foi lançado pela primeira vez em 2020 na rede blockchain pública Base, da corretora de criptomoedas Coinbase. O uso da tecnologia blockchain possibilita pagamentos contínuos, 24 horas por dia e com taxas reduzidas, inclusive em operações internacionais. A expansão para a Base ocorre após um período de testes realizado entre o JPMorgan e a empresa, validando a viabilidade da solução em larga escala.

Outros bancos, como Citigroup, Santander e Deutsche Bank, também estão explorando o uso de blockchain e estudando o desenvolvimento de seus próprios ativos digitais, desde stablecoins até depósitos bancários tokenizados. A movimentação busca modernizar processos financeiros e ampliar a eficiência do sistema bancário tradicional.

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