Criptomoeda “WLD” é lançada em projeto ID do dono do ChatGPT

O CEO da empresa OpenAI, Sam Altman, lançou nesta segunda-feira, 24, a sua criptomoeda WLD. A moeda digital faz parte do projeto Worldcoin que também propõe um novo sistema de identidade digital. O dono da popular ferramenta de IA (Inteligencia artificial), ChatGPT, busca reforçar o uso de métodos seguros em sistemas de transações criptos.

Como esto, a proposta é verificar se o usuário, En realidad, se trata de um humano e não de um robô através da prova e reconhecimento ocular. Altman e os cofundadores da novidade defendem o uso da tecnologia de identificação devido à constante evolução da IA. Para ele e o sócio, Alex Blania, a proposta é “criar uma nova identidade e uma rede financeira controlada por todos”.

En este escenario, a WLD já está listada em diversas corretoras de criptoativos renomadas, se destacando no mercado. Conforme dados do CoinGecko, desde o lançamento, o ativo já obteve uma valorização de mais de 50% com cotação atual de US$ 2,36.

Como funciona o World ID?

O World ID busca preservar a privacidade de usuários também através do aplicativo de carteira digital “World App”, já disponibilizado para download. A distribuição da moeda WLD, sin embargo, irá depender da identificação da pessoa física através de uma espécie de “cadastramento ocular”.

Como esto, para acessar o sistema e transações, o Worldcoin irá verificar a identidade dos usuários através da tecnologia de escaneamento da íris do cliente. A retina é analisada através do Orb, um aparelho de verificação biométrica. A criação do World ID e o envio da criptomoeda acontecerão apenas com a provação de que a pessoa não é um robô.

O cripto ativo já está sendo distribuído para aqueles que registrarem as suas retinas no sistema. por eso, informações de mais de 2 milhões de usuários foram coletados para compor a versão beta de testes da Worldcoin. Sin embargo, já foi anunciado que as operações de varreduras de globo ocular irão incluir ao todo 35 cidades em 20 países.

Verificação no Brasil

A distribuição mundial de Obrs, inclusivo, já está em fase acelerada. Para ingressar no sistema, o interessado deve agendar uma data e fazer uma visita presencial em locais oficiais do projeto Worldcoin. No Brasil, en este momento, existem três locais que possuem o dispositivo. Sin embargo, todos são localizados na cidade de São Paulo, SP.

Em carta, os sócios defenderam o seu último lançamento. “O Worldcoin é uma tentativa de alinhamento em escala global. A jornada será desafiadora e o resultado é incerto. Mas encontrar novas maneiras de compartilhar amplamente a futura prosperidade tecnológica é um desafio crítico de nosso tempo”, afirmaram.